A escola até os anos 50 desenvolvia nos alunos o pensamento e a reflexão, o ensino de filosofia muito rico, porém se tratava de uma escola elitista, aonde o ensino chegava apenas para pessoas que possuíam um poder aquisitivo maior, o favorecimento de uma classe social.
Nos
tempos atuais a escola possui um papel diferente, um papel de industrialização,
a escola é vista como uma prisão. Vem preparando os indivíduos para o mercado
de trabalho, tudo muito segmentado e fragmentado. Os alunos acabam perdendo a noção
do conjunto, matérias são apresentadas como disciplinas, com um horário de aula
muito curto para aprender, cobrança e regras. Existe uma falta de
questionamento muito grande sobre o que o aluno pensa, sobre o que ele sente a
respeito dos temas abordados.
Como
um aluno vai aprender sobre cidadania e ética se vive em aula sala de aula onde
não se pode questionar. Não se fala sobre morte, medo, vida, sociedade e afeto.
Apenas temas fixados no livro e no quadro. Os alunos não possuem interação com
a sociedade, cidade e comunidade onde a escola está inserida. Não é possível formar
um ser humano que se encontra isolado em uma sala e em uma escola fragmentada.
Dessa
forma devemos pensar que para uma escola do futuro existir, temos que visar
sempre que o aluno pode saber mais que o professor, que se deve existir o
respeito mútuo. Que o aluno deve conhecer o mundo, a sociedade. Uma escola
democrática e que o conhecimento seja atraente para aprender.